ESCOLA VERDE INOVADORA

25 mai 2026

Fundação la Caixa – Programa “Liderança para a Aprendizagem”

Liderança para a Sustentabilidade e Inovação na EPE

ESCOLA VERDE INOVADORA

Este projeto desenvolvido no âmbito do Programa de Liderança para a Aprendizagem, promovido pela Fundação “la Caixa”. O Programa de Liderança para a Aprendizagem destina-se a equipas de direção e docentes, tendo como principal objetivo capacitar líderes escolares para promover a transformação educativa, a inovação pedagógica e a melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos através de uma liderança colaborativa, participativa e centrada na ação.

1. ENQUADRAMENTO GERAL
O projeto “Escola Verde Inovadora – Liderança para a Sustentabilidade e Inovação na EPE” surgiu como uma estratégia integrada de transformação pedagógica, organizacional e comunitária da Escola Profissional de Esposende, procurando responder aos desafios atuais da educação profissional através da promoção da inovação pedagógica, da liderança colaborativa, da sustentabilidade, da interdisciplinaridade, da valorização do território, da ligação à comunidade e do desenvolvimento de competências práticas e empreendedoras nos alunos.
Neste contexto, foi desenvolvido o projeto “Lunch Box Sustentável – Do Mar e da Terra à Mesa”, assumido como uma ação estruturante e agregadora de diferentes iniciativas pedagógicas, gastronómicas, ambientais e comunitárias da escola. O projeto integrou os princípios dos programas Eco-Escolas e Escola Azul, articulando-se igualmente com os objetivos da Educação para a Sustentabilidade, da Economia Circular e da Valorização dos Recursos Endógenos.

2. DIAGNÓSTICO E DESAFIOS IDENTIFICADOS
Através de processos de observação, reflexão colaborativa e diagnóstico interno, incluindo a utilização da metodologia da “espinha de peixe”, foram identificados vários desafios estruturais e pedagógicos na Escola Profissional de Esposende. Entre os principais aspetos identificados destacaram-se o predomínio de decisões centralizadas e a reduzida partilha de resultados, a dificuldade em implementar metodologias inovadoras e sustentáveis devido à falta de interdisciplinaridade, a sobrecarga docente e o insuficiente planeamento colaborativo na área da Restauração, bem como a necessidade de reforçar a formação contínua e a partilha de boas práticas entre os profissionais.

Foram igualmente identificadas fragilidades ao nível da autonomia, participação e motivação dos alunos, assim como uma fraca identificação dos mesmos com o território e as suas dinâmicas culturais e económicas. Paralelamente, verificou-se a necessidade de consolidar algumas parcerias externas e de reforçar a articulação entre projetos e departamentos. Estes desafios foram encarados não como limitações, mas como oportunidades de melhoria, inovação e transformação educativa.

3. O QUE FIZEMOS ENQUANTO LÍDERES
Ao longo do projeto, a liderança assumiu um papel mobilizador, próximo e transformador, centrado nas pessoas, no trabalho colaborativo e na valorização das competências individuais e coletivas. Foram implementadas várias estratégias de liderança pedagógica e organizacional, assentes na liderança pelo exemplo e na promoção de uma cultura de participação, confiança e compromisso, bem como numa comunicação próxima, baseada na escuta ativa e no diálogo constante entre equipas.
Paralelamente, apostou-se na capacitação de docentes, colaboradores e alunos, promovendo a identificação e valorização de líderes catalisadores dentro da comunidade educativa e incentivando o empoderamento e a corresponsabilização dos alunos. O projeto privilegiou ainda o desenvolvimento de metodologias interdisciplinares e colaborativas, o envolvimento ativo de parceiros locais, empresas, produtores e instituições, bem como o planeamento conjunto entre diferentes áreas e departamentos, promovendo práticas de sustentabilidade alimentar, ambiental e social.
A liderança procurou criar condições para que os alunos assumissem um papel mais ativo na construção das aprendizagens e no desenvolvimento dos projetos.

4. AÇÕES ESTRUTURANTES DESENVOLVIDAS
4.1 Projeto “Lunch Box Sustentável – Do Mar e da Terra à Mesa”

Lanch Box
A iniciativa “Lunch Box Sustentável – Do Mar e da Terra à Mesa” constituiu a principal ação integradora do projeto “Escola Verde Inovadora”, funcionando como um verdadeiro laboratório pedagógico de inovação, sustentabilidade e valorização territorial. Desenvolvido de forma interdisciplinar pelos alunos dos cursos de Cozinha/Pastelaria, Restaurante/Bar e Técnico de Comunicação – Marketing, Relações Públicas e Publicidade, o projeto procurou responder aos desafios identificados no diagnóstico inicial, nomeadamente a necessidade de maior interdisciplinaridade, o reforço da autonomia dos alunos, a valorização dos recursos locais e a aproximação da escola à comunidade.

Lanch Box
A Lunch Box foi concebida com base em princípios de alimentação saudável, sustentabilidade ambiental e valorização da economia local, privilegiando produtos frescos, sazonais e de proximidade. A proposta gastronómica integrou uma água aromatizada com ervas e frutos locais, um hambúrguer de cavala em pão de algas, a sobremesa tradicional “Sonho de nabo” e fruta regional da época. Esta composição procurou unir tradição gastronómica, inovação culinária e responsabilidade ambiental, promovendo simultaneamente a redução do desperdício alimentar, os circuitos curtos de abastecimento e o consumo consciente.
Ao longo do desenvolvimento do projeto, os alunos participaram em todas as fases do processo, desde a pesquisa de produtos locais e contacto com produtores até à criação das receitas, experimentação culinária, testes de degustação, cálculo de custos, criação da imagem gráfica e divulgação pública do produto. Esta metodologia permitiu desenvolver competências técnicas, criativas, organizacionais e empreendedoras em contexto real de aprendizagem. Paralelamente, os alunos do curso de Comunicação ficaram responsáveis pela construção da identidade visual do projeto, produção de conteúdos promocionais e estratégias de divulgação, reforçando a articulação entre áreas e o trabalho colaborativo.

Composição da “Lunch Box”

Lanch Box

4.2 Projeto “Quem dá o Pão dá Educação”

Quem dá o Pão dá Educação
O projeto “Quem dá o Pão dá Educação” assumiu um papel muito relevante na aproximação entre a escola, a comunidade e o tecido económico local. A iniciativa integra workshops, palestras, demonstrações técnicas e momentos de partilha com produtores, panificadoras, empresas regionais e profissionais ligados à área alimentar, permitindo aos alunos contactar diretamente com diferentes realidades profissionais e com os saberes tradicionais associados à produção alimentar.
Através desta iniciativa, os alunos aprofundam conhecimentos relacionados com técnicas artesanais de panificação, valorização de produtos locais, sustentabilidade alimentar e empreendedorismo. Mais do que uma simples atividade formativa, a iniciativa permitiu reforçar a ligação ao território, valorizar os produtos endógenos e promover uma maior consciência sobre a importância da preservação dos saberes tradicionais e das práticas sustentáveis. Simultaneamente, fortaleceu a relação entre educação, economia local e comunidade, demonstrando como a escola pode assumir um papel ativo na valorização do património gastronómico regional.

4.3 Programa Municipal “Março com Sabores do Mar”

Março com sabores do Mar
A participação da Escola Profissional de Esposende no programa municipal “Março com Sabores do Mar” constituiu uma oportunidade privilegiada para consolidar a dimensão atlântica do projeto e reforçar a valorização da gastronomia local e dos recursos marítimos do território.

Março com sabores do Mar
Entre as várias iniciativas desenvolvidas destacou-se o concurso “Jovem Gastrónomo dos Sabores do Mar”, no qual os alunos dos cursos de restauração foram desafiados a criar menus completos à base de peixe, marisco e produtos locais. Os participantes colocaram em prática competências técnicas, criatividade culinária e capacidade de inovação, sendo avaliados ao nível da apresentação, sabor, sustentabilidade e valorização do receituário tradicional atlântico. Esta experiência permitiu aos alunos trabalhar em contexto competitivo real, desenvolver capacidade de organização e gestão de pressão e contactar diretamente com profissionais e especialistas da área
gastronómica.

Jantar Manuel Boaventura
Outra ação particularmente marcante foi o “Jantar com Manuel Boaventura”, inspirado na escrita e no receituário tradicional associado ao autor. O evento procurou recriar ambientes gastronómicos entre finais do século XIX e meados do século XX, proporcionando aos participantes uma experiência imersiva ligada à memória, à tradição e à identidade cultural local. Os alunos participaram na investigação histórica, recriação dos pratos, ambientação do espaço e serviço temático, desenvolvendo competências ligadas à hospitalidade, protocolo, animação e valorização do património cultural e gastronómico.
No âmbito do programa municipal, a escola colaborou ainda na iniciativa “Às Terças Vamos ao Mercado de Esposende!”, promovida pelo Município de Esposende. Através de workshops de degustação e promoção de produtos locais, os alunos participaram na preparação e apresentação das sessões, sensibilizando a comunidade para escolhas alimentares mais sustentáveis e para a importância da valorização dos produtos frescos, sazonais e de proximidade. Esta ação contribuiu igualmente para reforçar a ligação entre produtores, consumidores e território, valorizando o Mercado Municipal enquanto espaço de identidade local e dinamização da economia regional.

4.4 Projeto GERAT – Turismo de Portugal

Gerat
No âmbito do Projeto GERAT, promovido pelo Turismo de Portugal, os alunos dos cursos de Técnico de Alojamento Hoteleiro e Padaria/Pastelaria desenvolveram projetos inovadores inspirados na passagem dos peregrinos por Fão e Esposende, no contexto do Caminho de Santiago. Entre os projetos apresentados destacaram-se “Caminho 4.0”, “Experiências que Ficam, Aprendizagens que Seguem” e “Lunch Box Caminho 4.0 – Sabores do Mar e da Terra”.
As propostas procuraram valorizar o património cultural e gastronómico local, a hospitalidade e as experiências turísticas sustentáveis associadas ao acolhimento dos caminhantes. Os alunos foram desafiados a apresentar os seus projetos em formato de pitch, desenvolvendo competências de comunicação, criatividade, empreendedorismo e inovação. Apesar de não terem alcançado o primeiro lugar, os participantes demonstraram elevado profissionalismo, capacidade de trabalho em equipa e uma forte ligação ao território, representando a escola de forma exemplar.

4.5 Abertura do Restaurante Pedagógico à Comunidade

Abertura do Restaurante Pedagógico à Comunidade
A abertura regular do Restaurante Pedagógico da Escola Profissional de Esposende à comunidade local constituiu outra das ações mais relevantes desenvolvidas no âmbito do projeto. Mais do que um espaço de formação prática, o restaurante pedagógico transformou-se num importante ponto de encontro entre escola e comunidade, permitindo divulgar publicamente as competências adquiridas pelos alunos e valorizar o ensino profissional.

Abertura do Restaurante Pedagógico à Comunidade
Os alunos passaram a trabalhar em contextos reais de atendimento, cozinha, organização e serviço, assumindo responsabilidades ligadas à preparação das refeições, receção dos clientes e gestão do espaço. Esta experiência revelou-se fundamental para o desenvolvimento da autonomia, responsabilidade, confiança e profissionalismo dos estudantes, permitindo simultaneamente reforçar competências técnicas e relacionais essenciais para o futuro contexto de trabalho.
Paralelamente, a abertura do restaurante à comunidade contribuiu para promover a gastronomia local, valorizar os produtos regionais e aproximar a população da dinâmica pedagógica da escola. Esta ligação direta com a comunidade permitiu consolidar o reconhecimento público da qualidade da formação ministrada pela EPE na área da restauração e hotelaria, reforçando igualmente o sentimento de pertença e valorização do território.

4.6 Centro Tecnológico Especializado (CTE) – Hotelaria, Restauração e Turismo

CTE
No contexto da estratégia de modernização e inovação da Escola Profissional de Esposende, destaca-se a implementação do Centro Tecnológico Especializado (CTE) na área de Hotelaria, Restauração e Turismo, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Este investimento representa um marco estruturante na qualificação do ensino profissional, permitindo a reabilitação de espaços educativos, nomeadamente a antiga cantina Joaquim Mariz, bem como a modernização de equipamentos tecnológicos e pedagógicos. Esta transformação reforça significativamente a qualidade das aprendizagens práticas, aproximando o contexto escolar da realidade empresarial do setor do turismo, hotelaria e restauração.

Centro Tecnológico Especializado (CTE) – Hotelaria, Restauração e Turismo
O CTE integra os cursos profissionais de Técnico/a de Cozinha/Pastelaria, Técnico/a de Restaurante/Bar, Técnico/a de Pastelaria/Padaria e Técnico/a de Alojamento Hoteleiro, reforçando a aposta na dupla certificação — escolar e profissional — e aumentando a empregabilidade dos alunos.
Este centro assume ainda um papel essencial na ligação da escola ao tecido empresarial da região, promovendo uma formação mais ajustada às necessidades reais do mercado de trabalho e potenciando experiências de aprendizagem mais
contextualizadas, práticas e inovadoras.
No âmbito do projeto “Escola Verde Inovadora”, o CTE funciona como um elemento potenciador de todas as ações desenvolvidas, desde a Launch Box Sustentável, ao projeto “Quem dá o Pão dá Educação”, passando pelas iniciativas do “Março com Sabores do Mar” e pela dinamização do Restaurante Pedagógico. A melhoria das infraestruturas e a modernização dos recursos tecnológicos permitem elevar a qualidade pedagógica, reforçar a inovação e consolidar práticas educativas mais exigentes, colaborativas e orientadas para o futuro.
Mais do que uma intervenção física, o CTE representa uma mudança estrutural na forma de ensinar e aprender, reforçando a liderança pedagógica, a inovação e a sustentabilidade como eixos centrais da estratégia educativa da EPE.

5. EVIDÊNCIAS
A monitorização e avaliação do projeto foram realizadas através de diferentes instrumentos e estratégias de acompanhamento, permitindo analisar o impacto das ações desenvolvidas e promover processos contínuos de melhoria. Entre os principais mecanismos utilizados destacaram-se os questionários de avaliação de satisfação, as entrevistas e momentos de diálogo pedagógico com equipas e parceiros, a observação direta das atividades e os registos fotográficos e audiovisuais das diferentes iniciativas implementadas.
Paralelamente, foram considerados elementos como a execução e monitorização do Plano Anual de Atividades, o plano de formação e capacitação desenvolvido ao longo do projeto, bem como a participação dos alunos em apresentações públicas e eventos.
O feedback recolhido junto da comunidade educativa e dos parceiros externos constituiu igualmente um importante indicador de avaliação, permitindo reforçar práticas, consolidar parcerias e identificar oportunidades de melhoria futura.

6. IMPACTO

Importa referir que muitos dos impactos e transformações associados ao projeto não são imediatos nem totalmente mensuráveis a curto prazo. Trata-se de um processo contínuo de mudança cultural, pedagógica e organizacional, cujos resultados se esperam consolidar progressivamente nos próximos anos. Nesse sentido, perspetiva-se um reforço futuro da satisfação dos alunos, docentes, parceiros e restante comunidade educativa, bem como uma maior consolidação das práticas colaborativas, sustentáveis e inovadoras desenvolvidas ao longo do projeto.
Apesar disso, já foram identificados impactos muito significativos ao nível pedagógico, organizacional, social e comunitário, contribuindo para a transformação das dinâmicas educativas e para o reforço da relação da escola com a comunidade. Ao nível dos alunos, verificou-se um aumento da autonomia, da participação e da motivação, bem como o desenvolvimento de competências técnicas, sociais e empreendedoras.
Observou-se igualmente um maior envolvimento dos alunos com o território, reforçando a valorização dos seus recursos, tradições e potencialidades económicas e culturais.
No plano pedagógico e organizacional, o projeto permitiu reforçar a articulação entre departamentos, promover o trabalho colaborativo entre equipas e melhorar os processos de planeamento, monitorização e avaliação das atividades. Paralelamente, impulsionou o desenvolvimento de metodologias inovadoras, interdisciplinares e centradas na aprendizagem ativa, valorizando o papel da liderança pedagógica como motor de transformação educativa.
Ao nível comunitário e territorial, verificou-se a consolidação de parcerias externas, o reforço da ligação entre a escola e a comunidade local e a promoção da gastronomia sustentável e dos produtos regionais. O projeto contribuiu ainda para fortalecer o sentimento de pertença ao território e para aproximar diferentes entidades, produtores, empresas e instituições em torno de objetivos comuns de sustentabilidade e valorização local.

7. PRÓXIMOS PASSOS
Tendo em conta os resultados já alcançados e a perspetiva de consolidação progressiva dos impactos identificados, a Escola Profissional de Esposende pretende dar continuidade a este modelo de liderança e inovação pedagógica, reforçando uma
cultura organizacional mais participativa, colaborativa e sustentável. Neste sentido, a escola pretende continuar a investir no reforço da liderança e do empoderamento dos alunos, promovendo uma participação mais ativa nos processos educativos, no desenvolvimento de projetos e na ligação à comunidade.
Paralelamente, será dada continuidade ao processo de consolidação da liderança partilhada e ao fortalecimento do trabalho colaborativo entre departamentos, procurando melhorar a articulação pedagógica, a interdisciplinaridade e a
implementação de metodologias inovadoras. A continuidade das parcerias locais e institucionais assumirá igualmente um papel estratégico, permitindo ampliar redes de cooperação e reforçar a ligação entre a escola, o território e os diferentes agentes económicos, sociais e culturais da região.
A escola pretende ainda desenvolver novos projetos ligados à sustentabilidade, inovação e valorização dos recursos endógenos, promovendo práticas de economia circular, alimentação sustentável e responsabilidade ambiental. Simultaneamente, continuará a apostar na valorização da gastronomia local, na educação para a sustentabilidade e no fortalecimento do sentimento de pertença ao território.
Com esta estratégia de continuidade e consolidação, a Escola Profissional de Esposende procura afirmar-se progressivamente como uma escola de referência nas áreas da inovação pedagógica, sustentabilidade, liderança colaborativa e valorização territorial, contribuindo para uma educação profissional mais dinâmica, humanizada e alinhada com os desafios do futuro.

8. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O projeto “Escola Verde Inovadora – Liderança para a Sustentabilidade e Inovação na EPE” demonstrou que a liderança pedagógica colaborativa pode assumir um papel decisivo na transformação educativa e organizacional da escola.
Através da articulação entre sustentabilidade, gastronomia, inovação, território e comunidade, a Escola Profissional de Esposende conseguiu criar experiências educativas significativas, práticas e transformadoras.
O envolvimento dos alunos, docentes, parceiros e comunidade revelou-se essencial para consolidar uma cultura de participação, inovação e responsabilidade partilhada, afirmando a EPE como uma escola dinâmica, sustentável, inovadora e profundamente ligada ao território e às pessoas.